De quem é a responsabilidade pelo próximo?
Quando Caim perguntou "Sou eu o guardador do meu irmão?" (Moisés 5:34) demonstrou que não compreendia o mandamento de amar a Deus sobre todas as coisas e amar o próximo como a si mesmo (Marcos 12:29-31). A responsabilidade pelo outro é intrínseca ao discipulado cristão. Como o Senhor ensinou: devemos até amar e orar por nosso inimigos (Mateus 5:44). Para que vivamos onde Deus e Cristo estão precisamos ser semelhantes a ele (Alma 5:18-24). Por isso devemos servir os outros: quando estamos a serviço de nosso próximo estamos a serviço de Deus (Mosias 2:17) - e quando estamos servindo Deus estamos encontrando salvação para nossa alma (Marcos 8:35)
De quem é a responsabilidade de dar inicio ao processo de escolha de um companheiro eterno?
Embora o homem e a mulher sejam iguais perante Deus (Família: Proclamação ao Mundo), e ambos têm a responsabilidade individual de guardar os mandamentos e desejar cumprir a medida de sua criação - que é a de casar, ter filhos e construir uma família para exaltação - é ao homem que esta reservada a iniciativa de escolha de uma companheira eterna. Aprendemos isso com Néfi: "E aconteceu que eu Néfi tomei para esposa uma das filhas de Ismael" (1 Néfi 16:7). Não foi a esposa que tomou Néfi como esposo!
É obvio que as mulheres não devem ter uma atitude passiva nessa decisão importante - e aceitarem namorar e casar com alguém que elas não escolheram. Não acho que a esposa de Néfi não tenha o escolhido da mesma proporção que Néfi a escolheu. Na realidade, independente da cultura da antiguidade, a cultura do evangelho nos leva a um patamar onde ambos - homem e mulher - devem escolher.
O próprio Senhor não se envolve muito na questão - pois é algo que depende de nosso arbítrio. Ele irá inspirar, advertir e confirmar, mas no fundo é cada um de nós que deve escolher a companheira ou companheiro eterno (D&C 58:26-29). É por isso que, embora a ajuda dos pais, líderes e amigos seja bem vinda (como no caso do servo de Abraão que foi buscar uma esposa para Isaque - Gênesis 24), a decisão não pode ser transferida - se o for, a conseqüência pode ser trágica!
De quem é a responsabilidade de ensinar os filhos?
Dos pais. O Senhor foi muito claro ao dizer que se os pais não ensinarem os filhos estarão em pecado, e responderão pelos pecados dos filhos (D&C 68:25). É por isso que o rei Benjamim ensinou seus filhos tanto coisas espirituais como seculares - para que "fossem homens de entendimento" (Mosias 1:2-7). Mesmo depois de crescerem e saírem do lar, os pais devem continuar admoestando e aconselhando os filhos. Leí, até o último alento continuou a exortar Lamã e Lemuel, seus filhos rebeldes (2 Néfi 2:21-23).
De quem é a responsabilidade de prover e sustentar o lar?
O homem deve liderar o lar, e prover o sustento da família pelo suor do seu rosto. Em sua proclamação a respeito da família, a Primeira Presidência e o Quórum dos Doze Apóstolos ensinaram: “Segundo o modelo divino, o pai deve presidir a família com amor e retidão, tendo a responsabilidade de atender às necessidades de seus familiares e de protegê-los. A responsabilidade primordial da mãe é cuidar dos filhos. Nessas atribuições sagradas, o pai e a mãe têm a obrigação de ajudar-se mutuamente, como parceiros iguais”. (A Liahona, outubro de 1998, p. 24.)
O Presidente Howard W. Hunter disse o seguinte a respeito do relacionamento entre marido e mulher: “Um portador do sacerdócio aceita a esposa como sócia na liderança do lar e da família, com pleno conhecimento e participação em todas as decisões domésticas. (…) O Senhor pretendia que a esposa fosse uma coadjutora do homem (o prefixo ‘co’ indica companhia, fazer em conjunto); isto é, uma companheira capaz e necessária em completa parceria”. (A Liahona, janeiro de 1995, p. 54.)
De quem é a responsabilidade pelo sucesso familiar?
Todos são responsáveis pelo sucesso da família. Pai, mãe e filhos precisam trabalhar juntos para estabelecer paz e harmonia no lar. A Proclamação da Família diz que "Os pais têm o sagrado dever de criar os filhos com amor e retidão, atender a suas necessidades físicas e espirituais, ensiná-los a amar e servir uns aos outros, guardar os mandamentos de Deus e ser cidadãos cumpridores da lei, onde quer que morem. O marido e a mulher - o pai e a mãe - serão considerados responsáveis perante Deus pelo cumprimento dessas obrigações." E também que a "felicidade na vida familiar é mais provável de ser alcançada quando fundamentada nos ensinamentos do Senhor Jesus Cristo. O casamento e a família bem sucedidos são estabelecidos e mantidos sob os princípios da fé, da oração, do arrependimento, do respeito, do amor, da compaixão, do trabalho e de atividades recreativas salutares.Segundo o modelo divino, o pai deve presidir a família com amor e retidão, tendo a responsabilidade de atender às necessidades de seus familiares e de protegê-los.A responsabilidade primordial da mãe é cuidar dos filhos.Nessas atribuições sagradas, o pai e a mãe têm a obrigação de ajudar-se mutuamente, como parceiros iguais.Enfermidades, falecimentos ou outras circunstâncias podem exigir adaptações específicas. Outros parentes devem oferecer ajuda quando necessário."
Os filhos devem agir como Néfi. Quando houve um drástico problema familiar ele buscou ser um pacificador e solucionador (1 Néfi 16:21-32).
Além dos integrantes da família, a sociedade deve ajudar: "Conclamamos os cidadãos e governantes responsáveis de todo o mundo a promoverem as medidas designadas para manter e fortalecer a família como a unidade fundamental da sociedade." Se não o fizerem "a desintegração da família fará recair sobre pessoas, comunidades e nações as calamidades preditas pelos profetas antigos e modernos." (Proclamação da Família)
Família: de quem é a responsabilidade afinal?
A responsabilidade pela família é sua, independente de sua situação e circunstância. Defender a família é essencial para o bem-estar da humanidade. Essa atribuição não precisa ser conquistada, já lhe é devida dês da pré-mortalidade, quando perante sua família eterna aceitaste o Plano de Deus. Reconheça essa verdade, ajude como puder. Inclusive procure estabelecer a paz e a retidão primeiro em sua própria família.
23 de fev. de 2011
17 de fev. de 2011
João Batista
João Batista nasceu seis meses antes de seu primo, Jesus Cristo. Foi um nascimento milagroso. Zacarias e Isabel, pais de João Batista eram idosos e não tinham filhos. O registro não é claro se era Isabel ou Zacarias quem não podia ter filhos. O fato é que quando Zacarias teve uma visão do anjo Gabriel anunciando-lhe um filho duvidou que teria um filho, por ser velho (Lucas 1:18-20); e Isabel sua mulher ao engravidar disse que o Senhor atentara para ela "para destruir [seu] opróbrio entre os homens" (Lucas 1:25).
Por revelação os Zacarias sabia que o nome de seu filho deveria ser João (Lucas 1:13). Há muitos séculos antes Isaías profetizara: "Voz que clama no deserto: preparei o caminho do Senhor; endireitai no ermo a vereda a nosso Deus" (Isaías 40:3, Lucas 3:4, Mateus 3:3). Malaquias também falou do mensageiro Elias que como mensageiro prepararia o caminho do Senhor (Malaquias 3:1).
Leí também aprendera que um profeta surgiria para preparar o caminho do Senhor:
"Sim, ele iria clamar no deserto: Preparai o caminho do Senhor e endireitai suas veredas, pois há entre vós um que não conheçais e ele é mais poderoso do que eu, a quem não sou digno de desatar a correia das alparcas. E muito falou meu pai sobre isso. E disse meu pai que ele batizaria em Betabara, além do Jordão; e disse que ele batizaria com água; que ele batizaria o Messias com água. E depois de haver batizado o Messias com água, ele reconheceria e testificaria haver batizado o Cordeiro de Deus que iria tirar os pecados do mundo" (1 Néfi 10:8-10).

Néfi também teve a mesma visão de seu pai e testificou: "E eu olhei e vi o Redentor do mundo, de quem meu pai falara; e vi também o profeta que prepararia o caminho diante dele. E o Cordeiro de Deus aproximou-se e foi batizado por ele; e depois que ele foi batizado, vi o céus se abrirem e o Espírito Santo descer do céu e repousar sobre ele na forma de uma pomba" (1 Néfi 11:27).
Quando Gabriel apareceu a Zacarias lhe disse que muitos se alegrariam com o nascimento de João, que ele seria grande, que seria cheio do Espírito Santo dês do ventre da mãe (pois havia sido preordenado a essa grande missão), que converteria muitos dos filhos de Israel e teria a virtude de Elias para preparar um povo bem disposto (Lucas 1:14-17).
Quando João tinha oito dias de idade, na ocasião da circuncisão, Zacarias, cheio do Espírito Santo profetizou sobre seu filho: "E tu, ó menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque hás de ir ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos; para dar ao povo conhecimento da salvação, na remissão dos seus pecados" (Lucas 1:76-77). Neste mesmo dia um anjo apareceu e ordenou a criança para seu grande oficio de precursor (D&C 84:28).
Não temos muita informação sobre a infância e juventude de João. Seu pai se tornou um mártir - sendo assassinado no Templo (Mateus 23:35 e Lucas 11:51) - por não contar onde escondera João na grande matança das criancinhas ordenada por Herodes (Mateus 2:16). João cresceu no deserto. É dito que ele cresceu e se robusteceu em espírito. "E esteve nos desertos até o dia em que havia de mostrar-se a Israel" (Lucas 1:80).
As escrituras indicam que João vivia a lei do nazireado. Os nazireus eram homens reservados para missões especiais que tinham uma alimentação peculiar e uma aparência diferenciada (Números 6:1-22). O Élder Bruce R. McConkie disse que João "veio com a rigidez dos nazireus" aos judeus (Doctrinal New Testament Commentary, 1:263). Viver como nazireu o ajudaria a concentrar-se me sua importante missão.
Quando tinha cerca de trinta anos começou seu ministério - que teve grande repercussão: "então ia ter com ele Jerusalém e toda Judéia, e toda província adjacente ao Jordão" (Mateus 3:5). A pregação de João tinha três temas e propósitos principais. Primeiro, clamar arrependimento aos iníquos judeus - principalmente ao fariseus e saduceus, que com hipocrisia julgavam-se superiores por serem descendência de Abraão (Mateus 3:7-10).
Segundo, batizar todos os que se arrependessem de seus pecados.
Terceiro, preparar o caminho do Senhor Jesus Cristo - preparando o coração dos filhos de Israel e batizando o Filho de Deus.
João cumpriu com perfeição esses três propósitos de seu ministério mortal. O Salvador Jesus Cristo disse sobre ele: "Pois eu vos digo que, entre os nascidos de mulher, não há nenhum maior do que João" (Lucas 7:28). O profeta Joseph Smith explicou essa escritura:
"Em que sentido João era considerado como um dos maiores profetas? Sua grandiosidade não poderia ter-se baseado em seus milagres (Ver João 10:41).
Primeiro. Foi-lhe confiada a missão divina de preparar o caminho diante da face do Senhor. A quem foi confiada tamanha responsabilidade antes ou depois dele? A ninguém.
Segundo. Foi-lhe confiada a importante missão de batizar o Filho do Homem, e isso foi exigido de suas mãos. Quem mais teve a honra de fazer isso? Quem mais teve tamanho privilégio e glória? Quem mais conduziu o Filho de Deus às águas do batismo e teve o privilégio de ver o Espírito Santo descendo sob a forma de pomba, ou no sinal da pomba, em testemunho dessa ministração? (...)
Terceiro. João, naquela época, era o único administrador legal dos assuntos do reino que havia na Terra e possuía as chaves do poder. Os judeus tinham que obedecer a suas instruções ou seriam condenados, por sua própria lei; e o próprio Cristo cumpriu toda a justiça sendo obediente à lei que Ele dera para Moisés no monte e assim a magnificou e a honrou, em vez de destruí-la. O filho de Zacarias tomou as chaves, o reino, o poder e a glória dos judeus, pela unção sagrada e decreto do céu e esses três motivos fazem dele o maior profeta já nascido de uma mulher."
Quando João Batista reconheceu o Messias prometido instou seus discípulos a seguirem aquele do qual ele não era digno de desatar a correia das alparcas (João 1:25-29, 35-37, 3:22-36; Atos 1:21-22). Ele disse referindo-se ao ministério do Senhor Jesus Cristo: "é necessário que ele cresça e que eu diminua" (João 3:30).
Quando João foi preso enviou alguns discípulos para confirmarem a divindade de Cristo - para que eles, os discípulos de João tivessem contato com o Homem de Santidade, e por si mesmos soubessem quem era o Senhor (Lucas 7:18-23).
João morreu cruelmente, sendo decapitado por denunciar o pecado (Marcos 6:14-29). Entretanto, ele foi exaltado. Em 15 de maio de 1829 apareceu como ser ressurreto e restaurou as chaves do Sacerdócio de Aarão (D&C 13).
Por revelação os Zacarias sabia que o nome de seu filho deveria ser João (Lucas 1:13). Há muitos séculos antes Isaías profetizara: "Voz que clama no deserto: preparei o caminho do Senhor; endireitai no ermo a vereda a nosso Deus" (Isaías 40:3, Lucas 3:4, Mateus 3:3). Malaquias também falou do mensageiro Elias que como mensageiro prepararia o caminho do Senhor (Malaquias 3:1).
Leí também aprendera que um profeta surgiria para preparar o caminho do Senhor:
"Sim, ele iria clamar no deserto: Preparai o caminho do Senhor e endireitai suas veredas, pois há entre vós um que não conheçais e ele é mais poderoso do que eu, a quem não sou digno de desatar a correia das alparcas. E muito falou meu pai sobre isso. E disse meu pai que ele batizaria em Betabara, além do Jordão; e disse que ele batizaria com água; que ele batizaria o Messias com água. E depois de haver batizado o Messias com água, ele reconheceria e testificaria haver batizado o Cordeiro de Deus que iria tirar os pecados do mundo" (1 Néfi 10:8-10).

Néfi também teve a mesma visão de seu pai e testificou: "E eu olhei e vi o Redentor do mundo, de quem meu pai falara; e vi também o profeta que prepararia o caminho diante dele. E o Cordeiro de Deus aproximou-se e foi batizado por ele; e depois que ele foi batizado, vi o céus se abrirem e o Espírito Santo descer do céu e repousar sobre ele na forma de uma pomba" (1 Néfi 11:27).
Quando Gabriel apareceu a Zacarias lhe disse que muitos se alegrariam com o nascimento de João, que ele seria grande, que seria cheio do Espírito Santo dês do ventre da mãe (pois havia sido preordenado a essa grande missão), que converteria muitos dos filhos de Israel e teria a virtude de Elias para preparar um povo bem disposto (Lucas 1:14-17).
Quando João tinha oito dias de idade, na ocasião da circuncisão, Zacarias, cheio do Espírito Santo profetizou sobre seu filho: "E tu, ó menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque hás de ir ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos; para dar ao povo conhecimento da salvação, na remissão dos seus pecados" (Lucas 1:76-77). Neste mesmo dia um anjo apareceu e ordenou a criança para seu grande oficio de precursor (D&C 84:28).
Não temos muita informação sobre a infância e juventude de João. Seu pai se tornou um mártir - sendo assassinado no Templo (Mateus 23:35 e Lucas 11:51) - por não contar onde escondera João na grande matança das criancinhas ordenada por Herodes (Mateus 2:16). João cresceu no deserto. É dito que ele cresceu e se robusteceu em espírito. "E esteve nos desertos até o dia em que havia de mostrar-se a Israel" (Lucas 1:80).
As escrituras indicam que João vivia a lei do nazireado. Os nazireus eram homens reservados para missões especiais que tinham uma alimentação peculiar e uma aparência diferenciada (Números 6:1-22). O Élder Bruce R. McConkie disse que João "veio com a rigidez dos nazireus" aos judeus (Doctrinal New Testament Commentary, 1:263). Viver como nazireu o ajudaria a concentrar-se me sua importante missão.
Quando tinha cerca de trinta anos começou seu ministério - que teve grande repercussão: "então ia ter com ele Jerusalém e toda Judéia, e toda província adjacente ao Jordão" (Mateus 3:5). A pregação de João tinha três temas e propósitos principais. Primeiro, clamar arrependimento aos iníquos judeus - principalmente ao fariseus e saduceus, que com hipocrisia julgavam-se superiores por serem descendência de Abraão (Mateus 3:7-10).
Segundo, batizar todos os que se arrependessem de seus pecados.
Terceiro, preparar o caminho do Senhor Jesus Cristo - preparando o coração dos filhos de Israel e batizando o Filho de Deus.
João cumpriu com perfeição esses três propósitos de seu ministério mortal. O Salvador Jesus Cristo disse sobre ele: "Pois eu vos digo que, entre os nascidos de mulher, não há nenhum maior do que João" (Lucas 7:28). O profeta Joseph Smith explicou essa escritura:
"Em que sentido João era considerado como um dos maiores profetas? Sua grandiosidade não poderia ter-se baseado em seus milagres (Ver João 10:41).
Primeiro. Foi-lhe confiada a missão divina de preparar o caminho diante da face do Senhor. A quem foi confiada tamanha responsabilidade antes ou depois dele? A ninguém.
Segundo. Foi-lhe confiada a importante missão de batizar o Filho do Homem, e isso foi exigido de suas mãos. Quem mais teve a honra de fazer isso? Quem mais teve tamanho privilégio e glória? Quem mais conduziu o Filho de Deus às águas do batismo e teve o privilégio de ver o Espírito Santo descendo sob a forma de pomba, ou no sinal da pomba, em testemunho dessa ministração? (...)
Terceiro. João, naquela época, era o único administrador legal dos assuntos do reino que havia na Terra e possuía as chaves do poder. Os judeus tinham que obedecer a suas instruções ou seriam condenados, por sua própria lei; e o próprio Cristo cumpriu toda a justiça sendo obediente à lei que Ele dera para Moisés no monte e assim a magnificou e a honrou, em vez de destruí-la. O filho de Zacarias tomou as chaves, o reino, o poder e a glória dos judeus, pela unção sagrada e decreto do céu e esses três motivos fazem dele o maior profeta já nascido de uma mulher."
Quando João Batista reconheceu o Messias prometido instou seus discípulos a seguirem aquele do qual ele não era digno de desatar a correia das alparcas (João 1:25-29, 35-37, 3:22-36; Atos 1:21-22). Ele disse referindo-se ao ministério do Senhor Jesus Cristo: "é necessário que ele cresça e que eu diminua" (João 3:30).
Quando João foi preso enviou alguns discípulos para confirmarem a divindade de Cristo - para que eles, os discípulos de João tivessem contato com o Homem de Santidade, e por si mesmos soubessem quem era o Senhor (Lucas 7:18-23).
João morreu cruelmente, sendo decapitado por denunciar o pecado (Marcos 6:14-29). Entretanto, ele foi exaltado. Em 15 de maio de 1829 apareceu como ser ressurreto e restaurou as chaves do Sacerdócio de Aarão (D&C 13).
8 de fev. de 2011
Milagres
Um milagre é por definição um prodígio inexplicável. Entretanto, o entendimento de como ocorre um milagre e o porquê de ocorrer um milagre não exclui a maravilha e nem descaracteriza um milagre. Por exemplo, a avançada tecnologia de comunicação é um milagre. Mesmo aqueles que compreendem os pormenores da ciência ainda assim se fascinam com as realizações que observam dia-a-dia. Há vinte anos nem o mais utópico dos homens preveria o mundo com uma tecnologia tão difundida e prática – como, por exemplo, a tecnologia dos telefones celulares. Um milagre é, portanto, algo incrível, espantoso, grandioso e muitas vezes inesperado para maioria.
Quando falamos de milagre no meio religioso estamos se referindo a um evento ou fato incomum e especial: como um cego ser curado e passar a ver ou um coxo voltar a andar.
Porque há necessidade de milagres?
Há três razões principais para os milagres: (1º) abençoar, (2º) testificar e (3º) condenar.
Por vivermos pela fé e não pela visão, tendo passado pelo véu do esquecimento nosso Pai Celestial, em sua terna misericórdia e grande condescendência, não nós deixaria passar a vida mortal em solidão e incertezas. Por isso enviou anjos, profetas e escrituras. Eles eram milagres vivos aos homens que mostravam que os céus estavam perto para abençoar com paz, felicidade e cura, e por fim salvar aqueles que se arrependessem.
Como recompensa pela fé ativa (fé + ação), Deus prometeu uma prova, um testemunho ou um milagre. Esse milagre pode ser simples como um sentimento de confirmação de que o Pai Celestial existe, ou pode ser uma bênção do sacerdócio curando um câncer maligno. De qualquer forma a finita mente mortal não pode dar explicações completas sobre como o milagre acontece. Quando um justo é agraciado com um milagre – pois “sinais seguem os que crêem” – então sua esperança e fé crescem, bem como desejo de se aproximar de Deus e manter-se fiel. É impossível que milagres não aconteçam com os justos, pois o milagre é o resultado de uma vida obediente e consagrada.
Os milagres também servem para testificar a missão ou encargo de uma testemunha especial. Cristo realizou muitos milagres, como profetizado, para que o povo o reconhecesse como o Messias – suas obras eram um testemunho incontestável para o mundo que Ele era o Filho de Deus.
Entretanto o milagre pode ser uma maldição em vez de bênção. Se o sinal vier antes da fé não converte, mas afasta. O Faraó do Egito, por exemplo, viu todas as maravilhas que o Deus de Moisés realizava e mesmo assim endureceu o coração e não se converteu. Lamã e Lemuel viram um anjo, mas continuaram a murmurar a despeito da impressionante visão. Os fariseus atribuíram os milagres de Jesus ao poder do demônio – e por isso lhes foi imputado condenação. Um milagre dado a alguém despreparado e carente de fé torna-se uma pedra de tropeço e resulta em dúvida, orgulho, confusão, discórdia e até apostasia. É por isso que Maria não saia divulgando abertamente os milagres do nascimento de seu filho Jesus. Ela guardava tudo em seu coração, porque considerava sagrado aquele conhecimento.
Quais são alguns dos milagres mencionados nas escrituras?
São muitos: mortos revivendo, mortos ressuscitando, cegos vendo, surdos ouvindo, leprosos sendo curados, rebeldes sendo convertidos, visões de eventos futuros, etc.
Conta-se que um setenta estava dando um serão sobre Jonas. No final da mensagem uma irmã veio cumprimentá-lo e disse-lhe: “irmão, acredita mesmo que Jonas foi engolido por uma baleia?” Ele respondeu: “acredito”. Ela continuou: “mas como isso é possível: passar três dias no ventre do animal sem morrer?” O élder respondeu: “bem, quando eu chegar no céu vou perguntar a Jonas como foi.” “Mas se ele foi para o inferno?” quis saber ela. “Então” disse ele, “a senhora pergunte!” A moral é bem clara: se não temos fé para crer que os milagres das escrituras aconteceram não temos que esperar estar com Cristo e os profetas – por que eles acreditavam nesses milagres e também realizavam milagres.
Milagres acontecem hoje?
Sim. Milagres acontecem hoje talvez com mais freqüência do que aconteciam em épocas passadas. Como sei disso? Porque milagres aconteceram em minha vida e porque vi muitos milagres acontecerem na vida de outras pessoas. Entre os maiores milagres estão da conversão ao evangelho restaurado. Pessoas cheias de pecado e vícios são transformadas – como a água transformada em vinho. Mas os milagres mencionados nas escrituras também acontecem hoje: há dons de línguas, dons de cura, dons de visões e sonhos, etc.
Por serem sagrados os milagres não podem ser compartilhados a menos que o Espírito autorize. Como o Senhor ensinou: não devemos jogar as pérolas aos porcos. Mas quero prestar meu testemunho que os milagres são reais. Eu vi, eu senti, eu aprendi por mim mesmo. Sei que os milagres acontecem como sei que estou vivo.
O diabo pode realizar milagres?
Sim. Os magos do Faraó imitaram Moisés e transformaram cabos de madeira em cobras. Eles não agiram pelo poder de Deus. Homens e demônios têm certo poder e podem por meio de truques e poder demoníaco simular os dons de Deus. Satanás é um ótimo imitador e quase se transforma num anjo de luz para iludir e desencaminhar. Esta ai parte da resposta porque muitas igrejas que não possuem o sacerdócio verdadeiro realizam milagres. É verdade que os milagres não estão restritos ao povo da Igreja verdadeira. Deus ama todos. E todos que tem fé recebem milagres. Mas a bruxaria, o satanismo, o espiritismo e todo tipo de filosofia e religião que faz milagres não o fazem pelo poder de Deus. E com isso concluímos que seus milagres não são para o bem e para conduzir a felicidade – mas são para satisfazer o orgulho, a ambição, exercer domínio ou coação sobre os homens e levá-los ao inferno.
Qual efeito um milagre pode ter na minha vida?
Um milagre, que acontece após a fé ativa, vai elevar e trazer felicidade a alma. Não devemos buscar sinais – que vem antes da fé – mas depois de exercermos fé devemos confiar em Deus e esperar ver milagres. Na realidade se estivermos procurando milagres o Espírito pode abrir nossa visão para que vejamos e abrir nossos ouvidos para que ouçamos. Os milagres levarão a Cristo por que os milagres são bons, e tudo que é bom conduz a Cristo.
Quando falamos de milagre no meio religioso estamos se referindo a um evento ou fato incomum e especial: como um cego ser curado e passar a ver ou um coxo voltar a andar.
Porque há necessidade de milagres?
Há três razões principais para os milagres: (1º) abençoar, (2º) testificar e (3º) condenar.
Por vivermos pela fé e não pela visão, tendo passado pelo véu do esquecimento nosso Pai Celestial, em sua terna misericórdia e grande condescendência, não nós deixaria passar a vida mortal em solidão e incertezas. Por isso enviou anjos, profetas e escrituras. Eles eram milagres vivos aos homens que mostravam que os céus estavam perto para abençoar com paz, felicidade e cura, e por fim salvar aqueles que se arrependessem.
Como recompensa pela fé ativa (fé + ação), Deus prometeu uma prova, um testemunho ou um milagre. Esse milagre pode ser simples como um sentimento de confirmação de que o Pai Celestial existe, ou pode ser uma bênção do sacerdócio curando um câncer maligno. De qualquer forma a finita mente mortal não pode dar explicações completas sobre como o milagre acontece. Quando um justo é agraciado com um milagre – pois “sinais seguem os que crêem” – então sua esperança e fé crescem, bem como desejo de se aproximar de Deus e manter-se fiel. É impossível que milagres não aconteçam com os justos, pois o milagre é o resultado de uma vida obediente e consagrada.
Os milagres também servem para testificar a missão ou encargo de uma testemunha especial. Cristo realizou muitos milagres, como profetizado, para que o povo o reconhecesse como o Messias – suas obras eram um testemunho incontestável para o mundo que Ele era o Filho de Deus.
Entretanto o milagre pode ser uma maldição em vez de bênção. Se o sinal vier antes da fé não converte, mas afasta. O Faraó do Egito, por exemplo, viu todas as maravilhas que o Deus de Moisés realizava e mesmo assim endureceu o coração e não se converteu. Lamã e Lemuel viram um anjo, mas continuaram a murmurar a despeito da impressionante visão. Os fariseus atribuíram os milagres de Jesus ao poder do demônio – e por isso lhes foi imputado condenação. Um milagre dado a alguém despreparado e carente de fé torna-se uma pedra de tropeço e resulta em dúvida, orgulho, confusão, discórdia e até apostasia. É por isso que Maria não saia divulgando abertamente os milagres do nascimento de seu filho Jesus. Ela guardava tudo em seu coração, porque considerava sagrado aquele conhecimento.
Quais são alguns dos milagres mencionados nas escrituras?
São muitos: mortos revivendo, mortos ressuscitando, cegos vendo, surdos ouvindo, leprosos sendo curados, rebeldes sendo convertidos, visões de eventos futuros, etc.
Conta-se que um setenta estava dando um serão sobre Jonas. No final da mensagem uma irmã veio cumprimentá-lo e disse-lhe: “irmão, acredita mesmo que Jonas foi engolido por uma baleia?” Ele respondeu: “acredito”. Ela continuou: “mas como isso é possível: passar três dias no ventre do animal sem morrer?” O élder respondeu: “bem, quando eu chegar no céu vou perguntar a Jonas como foi.” “Mas se ele foi para o inferno?” quis saber ela. “Então” disse ele, “a senhora pergunte!” A moral é bem clara: se não temos fé para crer que os milagres das escrituras aconteceram não temos que esperar estar com Cristo e os profetas – por que eles acreditavam nesses milagres e também realizavam milagres.
Milagres acontecem hoje?
Sim. Milagres acontecem hoje talvez com mais freqüência do que aconteciam em épocas passadas. Como sei disso? Porque milagres aconteceram em minha vida e porque vi muitos milagres acontecerem na vida de outras pessoas. Entre os maiores milagres estão da conversão ao evangelho restaurado. Pessoas cheias de pecado e vícios são transformadas – como a água transformada em vinho. Mas os milagres mencionados nas escrituras também acontecem hoje: há dons de línguas, dons de cura, dons de visões e sonhos, etc.
Por serem sagrados os milagres não podem ser compartilhados a menos que o Espírito autorize. Como o Senhor ensinou: não devemos jogar as pérolas aos porcos. Mas quero prestar meu testemunho que os milagres são reais. Eu vi, eu senti, eu aprendi por mim mesmo. Sei que os milagres acontecem como sei que estou vivo.
O diabo pode realizar milagres?
Sim. Os magos do Faraó imitaram Moisés e transformaram cabos de madeira em cobras. Eles não agiram pelo poder de Deus. Homens e demônios têm certo poder e podem por meio de truques e poder demoníaco simular os dons de Deus. Satanás é um ótimo imitador e quase se transforma num anjo de luz para iludir e desencaminhar. Esta ai parte da resposta porque muitas igrejas que não possuem o sacerdócio verdadeiro realizam milagres. É verdade que os milagres não estão restritos ao povo da Igreja verdadeira. Deus ama todos. E todos que tem fé recebem milagres. Mas a bruxaria, o satanismo, o espiritismo e todo tipo de filosofia e religião que faz milagres não o fazem pelo poder de Deus. E com isso concluímos que seus milagres não são para o bem e para conduzir a felicidade – mas são para satisfazer o orgulho, a ambição, exercer domínio ou coação sobre os homens e levá-los ao inferno.
Qual efeito um milagre pode ter na minha vida?
Um milagre, que acontece após a fé ativa, vai elevar e trazer felicidade a alma. Não devemos buscar sinais – que vem antes da fé – mas depois de exercermos fé devemos confiar em Deus e esperar ver milagres. Na realidade se estivermos procurando milagres o Espírito pode abrir nossa visão para que vejamos e abrir nossos ouvidos para que ouçamos. Os milagres levarão a Cristo por que os milagres são bons, e tudo que é bom conduz a Cristo.
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